Cidade criança
cobogós
persianas
tortas
emoldurando
pequenos
olhares
gramados
secos
bola
surrada
monark
amarela
eixos
tesouras
blocos
pilotis
crianças
concretas
ócio
sem
tédio
pique
sem
culpa
domingo
kombis
levavam
olhinhos
à
fonte-luminosa
pernas
incansáveis
escalavam
o
eterno
foguete
térmicas
agosto
desenhando
asas
entre
nuvens
fulano
presente
sicrano
presente
futuro
faltou
poema
aldravia
uma
palavra
uma
linha


E os carrinhos de rolimã nas tesourinhas vazias de domingo?
ResponderExcluir.... nem precisava parar o trânsito: éramos nós os únicos usuários da via... e havia muita via vazia.
Excluir....cheia de alegria!!!
ExcluirEduardo construiu um carrinho de rolimã diferente: dois eixos e oito rodas... veloz como uma lança.
Excluir... sai daaa freeente!!
Delícia de cidade criança!
Era um exército de crianças em cada quadra. Mineiros, goianos, piauienses e americanos.
ExcluirMoi, que lindo, como pediatra, adorei a sua homenagem às nossas crianças! Voltei no tempo. Grande abraço do Carlinhos.
ResponderExcluirAquela praça de domingo em Itumbiara também tem muito o que contar.
ExcluirAinda pedalei muito numa W-3 Norte quase exclusiva aos domingos. Que delícia.
ResponderExcluirQue capacidade de evocar imagens Moisés... ou de imagens evocar palavras?...
ResponderExcluirObrigado, minha prima. É isso mesmo, as imagens surgem antes do pensamento. Como se fosse um álbum de fotografias. Manoel de Barros foi mestre nisso.
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